
O que fazer quando se acorda super cedo de manhã e bem disposta para um longo dia que vem pela frente? Com certeza é fazer ritual, abrindo com delicadeza o baralho matinal. Bem, ultimamente o tarot está sendo um grande suporte para a minha imaginação diária. É uma arte imaginativa embebida dos símbolos mais antigos do que a descoberta da América de onde aqui estou. Um estudo contemplativo na qual eu posso navegar pelos 7 mares de copas, pelas 7 maravilhas de espadas, pelos 7 planetas de fogo e até pelas 7 cores de ouros, tudo sem precisar sair de casa, pois tenho o ticket de volta guardado pela grã-sacerdotisa protetora dos viajantes.
A admiração a esta arte está conectada às suas representações sugestivas, nas infindáveis variedades de aspectos personificados em números, elementos como em temas universais, apesar de muitas vezes a admiração principal dos curiosos limitarem-se exclusivamente para a vidência da mesma. Eu prefiro acreditar no Tarot como válvula de escape do intelecto criativo, tornando a compreensão humana mais visual e abstrata para os dilemas da vida, ou seja, novas definições para novos comportamentos em qualquer situação seja aqui ou na China. É um grande jogo na qual Alice ganha, Jung ganha, e a rainha de copas à beira-mar tornar-se grande referência-coração das grandes estórias.
O meu portal para a fantasia vive às 5 da manhã até o último raiar da aurora turbinar chuveiros e carros por toda Brasília, e, findar assim, a melhor alegria do melhor horário do novo dia. Não é muito legal?!
=]
Nenhum comentário:
Postar um comentário